Não sei como
vai ser daqui pra frente. Não sei qual será a minha reação ao olhar dentro dos
teus olhos novamente. Não sei se vou ter raiva, vontade de sair correndo e ir
ao encontro teu ou apenas dor. A dor será inevitável. Tenho quase certeza que
um filme vai passar na minha cabeça de todos os momentos que passamos juntos. Ahhh se eu tivesse feito diferente, não seria apenas mais um filme com final trágico, mas quem disse que todos os filmes de amor necessariamente tem final felizes??? Quem disse que se tem um final quando se tem amor??? Mas nem toda a vontade de querer voltar pra você, e nem toda a saudade que eu
sinto vão mudar o pensamento de que você não é bom pra mim. E sabe por quê?
Porque eu guardo mágoa de você. Um sentimento que consome. Aprisiona. Sufoca.
Que não me deixa esquecer. Não guardo mágoa de pessoas que não são especiais
pra mim. Só de pessoas que eu realmente amei e amo, e que marcaram minha vida
de alguma forma. Vou ficar estática. Fisicamente. Pois em mim estará uma
confusão de emoções, sentimentos, ilusões e lembranças. A magoa de você é como vendaval, amedronta, devasta, deixa resíduos de dor, mas um dia passa, oh se passa! Espero agir da forma
mais natural possível. E sempre que o seu cheiro me entorpecer e me levar até
você, espero que venha em meu pensamento tudo o que você me fez. Toda dor por
qual passei. E sei que ao lembrar tudo isso, não há charme no mundo que me faça
mudar de ideia. Talvez eu esteja naquela fase de que parece que o mundo todo vá
desabar, espero que seja apenas uma fase.
"Todos que estão ao meu lado, FICAM porque QUEREM e não porque TÊM que FICAR... e isso tem uma grande diferença!!!"
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Últimos Suspiros...

És o segredo que guardo em mim. Meu pensamento é escravo de
ti e minha vida é teu palco. Ligo a vitrola, naquele teu disco favorito para
não esquecer da tua risada enchendo a sala.
Essa casa é, de fato, um grande desperdício de espaço sem a
tua presença.
E, sinceramente, eu já não sei por que ainda estou aqui.
Talvez seja a tal promessa que nunca se cumpriu, ou talvez a certeza que nunca
existiu. De que me serve ter o mundo inteiro se você não o governa mais.
És meu último suspiro de vida, pois está só vale se estás
aqui.
Larrisa Bentes
sábado, 26 de julho de 2014
Quem sabe amanhã?????

Choros e sorrisos...
Foi assim que cresci...
Perco as contas quantas vezes você me fez sorrir quando o
mundo queria me fazer chorar, quantas gargalhadas eu dei por estar nervosa
simplesmente porque você está por perto, poxa, quantas vezes você me fez
estremecer o corpo e gaguejar a voz com a tua chegada???? É foram muitas vezes,
você me achava boba e ainda sim dizia que esse era meu encanto, eita, será que
foi isso que fez você desencantar??? Deixei de ser boba, passei a ser mais
racional, e você deixou de gostar de mim, deixei de ser tua pequena, somente
porque eu cresci mentalmente??? Sempre em nossas conversas você pediu pra eu crescer,
como assim??? Era só da boca pra fora??? Não, não... entendi, você queria mesmo
era desencantar... queria mesmo que eu crescesse, só assim você se libertava de
mim!!!
Nossa, te prometi que não iria mais falar de você , mas é
impossível não de alguém que me fez acreditar que o amor existe, que me fez
bem, deixar de falar sobre ou de você é a mesma coisa de deixar de falar de
mim, de expor minhas idéias, me achas complicada, eu sei disso, mas como já diz
a música ♫ complicada e perfeitinha, você apareceu ♫ será que meu complicado
era o teu perfeito???
Hum... vi você hoje, fiquei tão contente, mas ai logo
levei um balde de água fria, você passou e nem se quer me notou, dava tão lindo
e eu sempre como você tava acostumado em me ver, boneca de louça, mas eu não
sabia, você não queria uma boneca de louça, queria um robô de controle remoto,
pra você monitorar a tudo momento pra lá e para cá!!! A boneca de louça não tem
graça, não é tecnológica, é monótona, só tem beleza e uma história para contar,
enquanto o robô ganhava vida através de tuas mãos, tem luzes que te chamam
atenção e o brilho do batom da boneca já estava desbotado, ela esta fora de
moda, mas guarda no peito todo o carinho e amor que você recusou...
É mas como você mesmo me questionou “quem sabe amanhã????
quinta-feira, 17 de julho de 2014
PALAVRAS...

As palavras
sempre ficam...
Se me
disseres que me amas, acreditarei, mas se escreveres que me amas, acreditarei
ainda mais.
Se me
falares da tua saudade, entenderei, mas se escreveres sobre ela, eu a sentirei
junto contigo.
Se a
tristeza vier a te consumir e me contares, eu saberei, mas se a descreveres no
papel, o seu peso será menor.
… e assim
são as palavras escritas: possuem um magnetismo especial, libertam, acalantam,
invocam emoções.
Elas possuem
a capacidade de em poucos minutos cruzar mares, saltar montanhas, atravessar
desertos intocáveis.
Muitas
vezes, infelizmente, perde-se o Autor, mas a mensagem sobrevive ao tempo,
atravessando séculos e gerações.
Elas marcam
um momento que será eternamente revivido por todos aqueles que a lerem.
Viva o amor
com palavras faladas e escritas, mate saudades, peça perdão, aproxime-se,
recupere o tempo perdido, insinue-se, alegre alguém, ofereça um simples ” bom
dia “, faça um carinho especial.
Use a
palavra a todo instante, de todas as maneiras. Sua força é imensurável.
Lembre-se
sempre do poder das palavras.
“Quem
escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo.”
segunda-feira, 14 de julho de 2014
ESCOLHAS DA VIDA...
E o amor é
uma delas.
Acredito
piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta
de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e
“automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais
maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também
é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor
é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais
poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos
ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo
e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso
mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se
arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das
possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de
coragem, determinação e ética.
Não basta
desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar
nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num
relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que
temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto
conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a
pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a
dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em
nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é,
definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós
cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas,
independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais,
é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar
estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que
todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr
tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa
amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de
sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes
escolhem amar!
Não são os
medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente
voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair,
enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não
enganar e não ferir o outro.
Cada qual
com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou
não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis
conseqüências destas.
Sugiro que
você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e,
sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está
pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que
está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo
retribuir, compartilhar…
E então
você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint
Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável
por aquilo que cativa”.
Porque muito
mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é
fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e
verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis
por aquilo que cativamos…
AMOR LOUCO OU LOUCURA DE AMOR!!!?
Seus pais
foram jantar fora e deixaram o apartamento só para você, seu namorado e a tevê
a cabo. Que inconseqüentes! Em menos de um minuto vocês deixam a televisão
falando sozinha e vão ensaiar umas cenas de amor no quartinho dos fundos. De
repente, escutam o barulho da fechadura. Seu pai esqueceu o talão de cheques.
Passos no corredor. Antes que você localize sua camiseta, sua mãe se
materializa na porta. Parece que ela está brincando de estátua, mas não resta
dúvida que entrou em estado de choque. Você diz o quê? Mãe, a carne é fraca.
A desculpa é
esfarrapada mas é legítima. Nada é mais vulnerável que nosso desejo. Na luta
entre o cérebro e a pele, nunca dá empate. A pele sempre ganha de W.O.
Você planeja
terminar um relacionamento. Chegou à conclusão que não quer mais ter a seu lado
uma pessoa distante, que não leva nada à sério, que vive contando piadinhas
preconceituosas e que não parece estar muito apaixonado. Por que levar a
história adiante? Melhor terminar tudo hoje mesmo. Marca um encontro. Ele chega
no horário, você também. Começam a conversar. Você engata o assunto. Para sua
surpresa, ele ficou triste. Não quer se separar de você. E para provar, segura
seu rosto com as duas mãos e tasca-lhe um beijo. Danou-se.
Onde foram parar
as teorias, os diálogos que você planejou, a decisão que parecia irrevogável?
Tomaram Doril. Você agora está sob os efeitos do cheiro dele, está rendida ao
gosto dele, está ligada a ele pela derme e epiderme. A gravação do seu celular
informa: seus neurônios estão fora da área de cobertura ou desligados.
Isso nunca
aconteceu com você? Reluto entre dar-lhe os parabéns ou os pêsames. Por um
lado, é ótimo ter controle absoluto de todas as suas ações e reações, ter força
suficiente para resistir ao próprio desejo. Por outro lado, como é bom dar
folga ao nosso raciocínio e deixar-se seduzir, sem ficar calculando perdas e
danos, apenas dando-se ao luxo de viver.
A carne é
fraca, mas você tem que ser forte, é o que recomendam todos. Tente, ao menos de
vez em quando, ser sexualmente vegetariano e não ceder às tentações. Se
conseguir, bravo: terá as rédeas de seu destino na mão. Mas se não der certo,
console-se. Criaturas que se derretem, entregam-se, consomem-se e não sabem
negar-se costumam trazer um sorriso enigmático nos lábios. Alguma recompensa há
de ter.
Martha
Medeiros
Sempre
banquei minhas loucuras e sempre me arrisquei, porque sem os riscos a vida não
vale à pena, fica sem graça. Eu sou emoção, vôo aos céus. Quem quiser que fique
no chão e perca o sabor de voar alto.
“Você é
louca. Isso é loucura.” – Alguém diz.
É… Pode ser
loucura, sim, para os outros, mas assim sou eu: plena, inteira, intensa, “louca”,
“doida”… e acima de tudo, vivo!
Talvez por
isso eu tenha esse sorriso nos lábios…
NO COMPASSO DO AMOR...
Amar alguém
profundamente requer muita coragem. A coragem de amar e de partilhar momentos é
a coragem de se desnudar não só física, mas emocionalmente.
Quando duas
pessoas estão nuas, pele contra pele, vivenciam uma intimidade e uma
vulnerabilidade únicas. Quando os dois têm coragem de se desnudar
emocionalmente, tocando a alma um do outro, tiram as roupas, despem-se juntos
em todos os sentidos.
Não há maior
equívoco do que imaginar que o amor é uma força exterior que se abate
magicamente sobre nós e nos enche de paixão e ardor.
No início,
quando a gente se apaixona, tem de fato essa impressão. O coração se abre
repentinamente para alguém que derrama nele toda espécie de emoções deliciosas…
Por um tempo, o relacionamento se alimenta desse “barato” inicial.
Com o tempo,
porém, o amor perde essa força e você fica esperando que a pessoa amada faça
alguma coisa para que os dois se unam mais e mais. Esperar que ele a preencha
com muito amor é um erro. Você precisa aprender a se apaixonar por ele uma vez
após a outra, sem cessar.
O amor
sempre começa com você. É uma escolha que faz, a cada momento, de olhar para
aquilo que é digno de amor nele. Quando fica esperando que ele diga algo para
reacender a chama do amor, está apenas preparando o terreno para
desapontamentos. Não cabe a ele ser digno de carinho. Cabe a você ser carinhosa
com ele – conhecer seus desejos e tentar satisfazê-los, dar-lhe atenção, afeto
e admiração e deixar que ele perceba, por meio de atitudes, de consideração e
de palavras, que o valoriza.
Esse tipo de
desapego exige muitos momentos de “nudez”, nos quais você deixa seu ego para
trás e se move em direção ao universo, à mente e ao coração de seu homem. Você
o sente por inteiro, de dentro para fora, e pergunta a si mesma de que ele
precisa. Chamo essa prática de opção pelo amor. Como qualquer outra coisa, o
amor precisa de equilíbrio. Você tem de preencher suas necessidades e certificar-se
de que uma paixão nunca vai comprometer sua integridade.
Quando os
dois param de esperar pela iniciativa um do outro, quando decidem tomar a
dianteira, o relacionamento flui e cresce. É assim que deveria ser a dança do
amor.
Assinar:
Postagens (Atom)